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Gestão de Fornecedores

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Gestão de fornecedores para a área de saúde: 4 pontos que não podem faltar

Written byLeo Cavalcanti

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September 7, 2022

September 7, 2022

September 7, 2022

Todo setor econômico precisa ter bastante cuidado na hora de contratar provedores de produtos e serviços, mas quando o assunto é gestão de fornecedores para a área de saúde, essa atenção precisa ser ainda maior.

Isso porque a dinâmica de abastecimento desse segmento jamais pode sofrer interrupções, pois isso reflete diretamente na saúde e na vida das pessoas.

Imagine uma cirurgia que precisa ser desmarcada momentos antes porque o hospital não recebeu do fornecedor os insumos necessários para a operação. Certamente, a cura do paciente será comprometida, podendo levar até a resultados mais extremos, tais como o agravamento do seu estado de saúde.

Quanto a isso, é preciso considerar que não precisa ser itens de grande porte, como equipamentos para montar uma sala de cirurgia. Produtos menores, a exemplo de luvas cirúrgicas, seringas, agulhas, entre outros que são usados em procedimentos menos complexos, também afetam seriamente a rotina de hospitais e clínicas.

Pensando em situações como essas, cabe aos profissionais de procurement encontrar boas maneiras para alcançar uma gestão de fornecedores para a área de saúde realmente eficiente. 

Se esse é o seu caso, siga a leitura deste artigo e confira quais pontos não podem faltar nesse gerenciamento.



Como fazer uma boa gestão de fornecedores para a área de saúde?

Para fazer uma boa gestão de fornecedores para a área de saúde, há alguns critérios que não podem ser negligenciados. Desses, os mais significativos são:

  • analisar se o terceiro tem as certificações exigidas pelo setor;

  • confirmar a qualidade dos produtos e/ou serviços que serão adquiridos;

  • obter garantias que prazos e quantidades serão atendidos;

  • avaliar o desempenho dos fornecedores contratados.


Analisar se o terceiro tem as certificações exigidas pelo setor

A etapa de avaliação de fornecedores hospitalares tem algumas particularidades, a exemplo da confirmação se o provedor atende aos padrões de qualidade e se está em conformidade com as regras estabelecidas pela Anvisa, Agência Nacional de Vigilância Sanitária.

O atendimento das normas da Anvisa visa a proteger a saúde da população. Para isso, a agência aplica um rígido controle sanitário no que se refere às produções e consumos de itens e serviços submetidos à vigilância sanitária, incluindo processos, matéria-prima, tecnologia, entre outros.

Outro bom exemplo é a acreditação RN 452, lançada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) que define os critérios de acreditação das operadoras de saúde. O principal objetivo dessa resolução, que substitui a RN 277 é melhorar a gestão dessas empresas por meio da otimização de processos e da melhora da experiência dos clientes finais.

Para uma gestão de fornecedores para a área de saúde realmente eficiente, é essencial se atentar ao cumprimento dessas normas, pois elas afetam diretamente a segurança dos insumos comercializados e dos serviços prestados para esse setor.

Confirmar a qualidade dos produtos e/ou serviços que serão adquiridos

Outro ponto que não pode faltar em uma boa gestão de fornecedores para a área de saúde é a comprovação da qualidade do que está sendo adquirido.

Isso acontece porque, como dissemos anteriormente, há várias particularidades que envolvem esse segmento, as quais precisam ser tratadas de maneira diferenciada. 

Por exemplo, a quebra de uma máquina em uma linha de produção de calçados gera prejuízo financeiro, mas, ainda assim, acaba não sendo o mesmo impacto e prejuízo causado pela quebra de uma máquina de raio-x.

Nesse sentido, certificações como as da Anvisa e outras da família ISO podem ajudar a atestar o nível de qualidade do fornecedor.

Dica de leitura: "ISO 9001: o que é esse certificado, para que serve e como obtê-lo?"

Obter garantias que prazos e quantidades serão atendidos

Mais uma vez, vale relembrar que os serviços prestados por hospitais e clínicas não podem ser interrompidos. Dessa forma, quem está à frente do gerenciamento de fornecedores precisa se atentar à capacidade de atendimento do terceiro que está sendo contratado.

Para isso, é bem importante considerar e analisar pontos como condição financeira do provedor, processo logístico adotado, capacidade produtiva, entre outros relacionados.

Avaliar o desempenho dos fornecedores contratados

A partir do momento que se encontra um fornecedor alinhado com os objetivos do hospital/clínica, e a parceria é firmada, o passo seguinte é acompanhar de perto o desempenho desse terceiro.

O objetivo com essa estratégia é verificar, pontualmente, se tudo o que foi acordado está sendo cumprido.

Caso não esteja, a área de procurement tem a chance de resolver esse problema de duas formas distintas: ou ajustando as falhas com esse mesmo terceiro, mantendo a parceria, ou buscando outro provedor qualificado no seu cadastro de fornecedores.

Seja qual for a opção escolhida, o mais importante é fazer essa avaliação de desempenho periodicamente, de modo que se tenha tempo hábil para resolver os problemas identificados sem comprometer o fluxo de abastecimento.

Aproveite e leia também este artigo: "4 indicadores de desempenho de fornecedores para agregar mais segurança e eficiência nas parcerias"


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Por que criar um bom relacionamento com fornecedores?

Todos esses pontos que acabamos de citar levam a outro tão importante quanto, que é a necessidade de criar um bom relacionamento com os fornecedores.

Tratar essa parceria de forma mais estratégica tem impacto direto no crescimento e na rotina de um negócio, independentemente do segmento. Um dos principais motivos para esse cuidado é que essa é uma maneira de evitar que o fluxo de abastecimento seja interrompido

Assim como dissemos logo na abertura deste artigo, quando isso acontece, o dia a dia de hospitais e clínicas pode ser seriamente comprometido. Ou seja, na área de saúde, o estabelecimento de um relacionamento estratégico com os fornecedores se torna ainda mais importante.

Como uma ferramenta de gestão de fornecedores ajuda nesse processo?

É certo que para fazer tudo isso que acabamos de citar é essencial o uso de soluções próprias. Afinal, realizar processos de homologação de fornecedores na área de saúde, entre outros, de forma manual demanda tempo, eleva os custos operacionais, e abre margem para diversos erros.

A Linkana é o primeiro e maior software de gestão de fornecedores em rede. Nossa base de dados de perfis compartilhados permite que compradores analisem fornecedores ativos e novos em alguns cliques. 

Com isso, criamos e geramos valor com insights de informações comerciais, de risco, qualidade e diversidade, utilizados em processos de cadastro, onboarding, sourcing e análise de spend.

Entre as funcionalidades que você encontra nessa solução estão:



Grandes empresas como Johnson & Johnson, Pague Menos, Dasa, Albert Einstein, entre outras, já reduziram o tempo de cadastro e de homologação de fornecedores com a solução da Linkana. 

A Unimed Fesp, por exemplo, é uma dessas companhias que otimizou o trabalho da equipe de compras, deixou de lado planilhas manuais e reduziu o tempo de onboarding de novos fornecedores, com a plataforma simples, centralizada e automatizada da Linkana.

Entre as filiais da rede confiam na nossa solução estão: 

  • Unimed Santos;

  • Unimed Curitiba;

  • Unimed Nordeste Paulista;

  • Unimed Araçatuba;

  • Unimed Santa Bárbara d'Oeste e Americana.


Como a Linkana contribui para aprimorar a gestão de fornecedores para a área de saúde?

A Linkana ajuda a melhorar o gerenciamento de terceiros na área de saúde, pois contribui para:

  • automatizar toda a verificação e validade de documentos dos seus fornecedores, tais como alvarás, certificados ISO, autorizações da ANVISA e mais;

  • aprimorar a gestão de cadastros, compliance, performance, entre outras;

  • mitigar o risco de fornecedores de OPME (órteses, próteses e materiais especiais) e medicamentos;

  • atender às demandas de gestão de risco corporativos e sustentabilidade de fornecedores, a exemplo da acreditação RN n° 452.


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