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Qual a importância do procurement em Private Equity?

Written byLeo Cavalcanti

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November 5, 2022

November 5, 2022

November 5, 2022

O procurement em Private Equity se tornou um importante critério de análise entre investidores na hora de decidirem entre aplicar financeiramente em uma empresa ou não. 

Em processos de M&A, Mergers and Acquisitions — em português, fusões e aquisições —, esse também passou a ser um ponto bastante considerado.

O motivo é que investimentos do tipo Private Equity são feitos em empresas que apresentam margens lucrativas, com boa geração de receita e fluxo de caixa estável

Essas companhias também precisam ter capacidade e estrutura para suportarem quantidades significativas de dívida, caso surjam.

Do outro lado, o procurement é um processo estratégico de aquisição de produtos e/ou de serviços necessários para a continuidade do fluxo operacional de um negócio. Um dos principais objetivos dessa prática é reduzir os gastos da empresa com essas compras.

Por conta disso, o procurement em Private Equity passou a ser visto e usado como uma importante ferramenta para diminuir os gastos das companhias com a compra de insumos, matérias-primas e contratação de terceirização de serviços.

Como resultado dessa estratégia, é possível melhorar a margem de lucro do negócio sem perder a qualidade do que será entregue aos clientes finais e, dessa forma, tornar a empresa mais interessante para potenciais investidores.

Mas em quais outros pontos o procurement em Private Equity se tornou relevante? Qual o papel dessa prática em processos de fusão e aquisição? O que é preciso fazer para preparar o seu negócio para receber investimentos desse tipo?

Essa e outras respostas sobre o assunto serão dadas agora, neste artigo. Por isso, siga a leitura e confira!

Qual a importância do procurement em Private Equity?

Como dissemos, a importância do procurement em Private Equity está em ajudar a empresa a reduzir custos de compras para aumentar a sua margem de rentabilidade e, com isso, se tornar mais interessante aos olhos dos investidores.

Uma boa maneira de entender melhor como essa estratégia se relaciona com esse tipo de investimento é compreendendo um pouco mais sobre cada um desses conceitos.

Procurement

Procurement pode ser definido como um processo estratégico que tem por objetivo aprimorar as ações relacionadas à aquisição de produtos e/ou serviços necessários para a continuidade das atividades de uma companhia.

Para isso estão incluídas diversas etapas, tais como de sourcing, onboarding, análise de riscos, gestão de fornecedores, entre outras.

Além da busca pela redução dos gastos relacionados a compras, essa estratégia também objetiva melhorar a governança corporativa, que é outro ponto bastante considerado por investidores.


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Private Equity

Private Equity é um modelo de investimento feito diretamente na empresa. Por ser um tipo de aporte direcionado para companhias que não têm capital aberto, ele não acontece no mercado de ações (bolsas de valores). 

Em troca da aplicação em dinheiro os investidores recebem parte do capital social do negócio, tornando-se sócios. Porém, existem outros dois modelos de aportes previstos no Private Equity, que é o compartilhamento da expertise dos investidores e/ou a participação da gestão da empresa.

Seja qual for o retorno obtido, uma coisa é certa: os investidores têm como alvo empreendimentos que geram lucros. 

Por essa razão, entre os diversos pontos avaliados estão as métricas financeiras, que incluem lucros obtidos em determinado período, fluxo de caixa livre, taxa interna de retorno, custos com gestão de fornecedores, entre outros.

Qual o papel de procurement em fusões e aquisições?

A importância de procurement em M&A, ou seja, em processos de fusões e aquisições segue a mesma linha. Na prática, isso significa que é uma estratégia que ajuda a equilibrar os gastos da empresa, de modo que isso reflita positivamente na sua rentabilidade.

Um diferencial entre Private Equity e Mergers and Acquisitions é que primeiro gera aporte em uma determinada empresa. Já o segundo consiste na compra de uma companhia para ser incorporada a outra que tem o mesmo propósito, ou propósito complementar.

Mas ainda que processos de fusões e aquisições tenham objetivos diferentes dos de Private Equity, um ponto há em comum: as empresas alvo dessas abordagens precisam ser lucrativas. Do contrário, não há motivos para serem compradas ou receberem aportes.

Neste ponto entra novamente a estratégia de procurement, que gera vantagens para quem está em busca de investidores como:



  • potencial de crescimento da receita para aumentar o EBITDA, sigla para o termo em inglês Earnings Before Interest Taxes, Depreciation and Amortization, que significa lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização;


  • aumento da governança em compras;


  • otimização de custos, refletindo no capital de giro e, posteriormente, no lucro do negócio;



Sobre esse último ponto, vale destacar que financeiramente é bastante benéfico incluir a diversidade de fornecedores em um negócio. 

Um estudo do banco para empreendedores canadenses BDC revelou que o ROI (retorno sobre investimento) de empresas que adotam essa postura é 133% maior do que aquelas que não adotam.

Essa também é uma maneira de melhorar a imagem e a reputação da marca perante os seus stakeholders, chamando positivamente a atenção de investidores em potencial.



Como se preparar para receber investimentos de private equity? 

Agora que a importância do procurement em Private Equity ficou clara, resta apenas saber como preparar a sua empresa para receber esse tipo de investimento, concorda?

Para isso, são indicadas sete boas práticas, que são:



  • realizar uma gestão financeira transparente e completa, com todas as informações sobre o fluxo de valores da companhia;


  • ter justificativas plausíveis para os aportes que estão sendo solicitados;


  • promover a inclusão e a diversidade;


  • identificar e valorizar talentos;


  • destacar os diferenciais competitivos da marca;


  • estar em compliance com as regras e legislações pertinentes ao ramo de atuação;


  • enxergar e tratar os fornecedores como um dos pilares de crescimento da empresa.


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